quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Metallica libera versão de "Moth Into Flame" gravada com a San Francisco Symphony



Banda lançará em breve segunda colaboração com a orquestra



Prestes a lançar "S&M2", o Metallica acaba de liberar uma amostra do que os fãs da banda verão nesta nova colaboração entre o quarteto e a San Francisco Symphony. "Moth Into Flame", de 2016, estará no álbum, e filme, que serão lançados em 28 de agosto próximo.

As filmagens aconteceram nos dias 6 e 8 de setembro do ano passado e uma primeira versão do longa foi exibida de forma limitada em salas de cinema ao redor do planeta. Esse material foi reeditado e o som remixado para ganhar, agora, a sua versão definitiva. O primeiro "S&M" saiu 1999 e se mostrou um bem-sucedido projeto tanto no aspecto comercial (as vendas mundiais estão estimadas em 8 milhões de cópias) quanto artístico. Esses novos shows foram realizados para celebrar os 20 anos de seu lançamento.


Veja:


David Guetta reúne grande time de artistas latinos em novo single, "PA' LA CULTURA".



Faixa dançante foi lançada nesta quarta-feira (5)


David Guetta lançou, nesta quarta-feira (5), o seu novo single, "PA' LA CULTURA", com a participação de um time de peso da música latina. O famoso Dj francês reuniu nomes de diferentes estilos para cantarem no dançante single.

Participam de "PA' LA CULTURA" os seguintes nomes: Sofia ReyesAbraham MateoDe La GhettoZion & LennoxLalo EbrattThalia e Maejor. O single faz parte do projeto "We Are Human (X)", uma iniciativa multimídia, que com mensagens de humanidade, busca gerar um fundo para ajudar pessoas em necessidade.

Todo o lucro vindo da música será destinado ao NDLON, uma organização que ajuda imigrantes impactados pela pandemia do coronavírus, nos Estados Unidos.

Escute o som "" abaixo:


terça-feira, 4 de agosto de 2020

Algumas das melhores modas femeninas africanas 2020

💖💖💖💖

Quando se diz que a África  o Berço da Humanidade, a beleza e a moda da munher africana e incrivel
















Meu Deus do céu  !!!!!!!!!!!

Vocalista dos UB40 hospitalizado após sofrer ataque cardíaco

Duncan Campbell, vocalista dos UB40, foi hospitalizado na sequência de ter sofrido um ataque cardíaco. A notícia foi confirmada esta terça-feira, dia 4, nas redes sociais da banda.

Tradução 

Duncan Campbell Tomado Doente Podemos confirmar que nosso vocalista e irmão Duncan Campbell foi levado ao hospital após sofrer um derrame. Embora possamos relatar que ele já está ativo, pedimos que os fãs respeitem Duncan e a privacidade da Família.

Veja o post:

Duncan Campbell Taken Ill We can confirm that our lead singer and brother Duncan Campbell was taken to hospital after suffering a stroke. While we can report that he is already up and about, we ask fans to respect Duncan and the Family’s privacy
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Ensaios sobre literatura moçambicana no Brasil



O campo literário moçambicano: tradução do espaço e formas de insílio, do professor universitário brasileiro, Nazir A. Can, é uma colectânea de estudos sobre o tema do “insílio” na literatura moçambicana.

No livro lançado recentemente pela editora Kapulana, Nazir A. Can analisa a prática e a representação do insílio, espécie de exílio vivido na própria terra, responsável pela dialética do deslocamento e do confinamento que estrutura o campo literário. O autor oferece aos estudiosos da literatura de Moçambique dados sobre a singularidade da escrita moçambicana e sobre a sua pluralidade interna, segundo uma nota da Kapulana.

A cocletânea de ensaios conta com prefácio de Rita Chaves (USP), e, para Kapulana, “é mais uma valiosa contribuição para os estudos das literaturas africanas de língua portuguesa, particularmente da literatura de Moçambique”.


Sobre o autor
Professor de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa na Universidade Federal do Rio de Janeiro, é doutor em Teoria da Literatura e Literatura Comparada pela Universitat Autònoma de Barcelona, licenciado em Letras pela Universidade do Porto e em Humanidades pela Universitat Pompeu Fabra, de Barcelona. Realizou pesquisa de campo em Moçambique e nas Ilhas Maurícias. É autor e organizador de vários livros, volumes colectivos e dossiês temáticos. Colabora desde 2015 com a Editora Kapulana ao escrever prefácios sobre obras de renomados escritores moçambicanos como João Paulo Borges Coelho e Aldino Muianga.

 

A cantora e compositora TCHAKAZE a firma que a sua missão é '' fazer com que as pessoas se amem” e sugere o álbum Eparaka, de Deltino Guerreiro

“Não me vejo a cantar algo em que não acredite”. A questão é: em que Tchakaze acredita? A resposta é simples, a cantora e compositora acredita no amor e na família. Por isso, as suas músicas procuraram retratar um cenário que concorra para que as pessoas possam se entregar a sentimentos nobres. Ao longo desta entrevista, Tchakaze fala do que a move e da missão que a norteia, afinal o mundo sempre pode ser melhorado com boas acções.

 


Toda a narrativa tem um princípio. Qual é o início da sua?

Primeiro, a minha vida artística baseia-se no princípio de eu ser mulher, antes de cantora. Então, interessa-me a moral que uma mulher deve ter perante a sociedade, o que retrato nas minhas músicas. Segundo, o ambiente em que eu cresci, de uma família religiosa, da Igreja Metodista, foi determinante para mim, de tal modo que levo comigo os ensinamentos daí resultantes.

 

Quem escuta o seu álbum de estreia, Tchukela, logo percebe que se interessa muito em cantar o amor. Porquê lembrar as pessoas a importância deste sentimento?

Eu aprecio o cotexto familiar. Gosto muito de ver mãe, pai e filhos juntos ou casais que se juntam e constroem uma vida feliz. Cresci numa família em que era eu e minha mãe – o meu pai faleceu muito cedo e eu sou filha única. Cresci apreciando famílias que viviam aquilo que eu não poderia viver, em que os pais levavam as crianças a passear e a conhecer lugares. De tanto achar essa fotografia bonita, desde nova, decidi investir no amor porque com este sentimento se torna possível enfrentar as dificuldades de um lar.

 

Ainda assim, o amor não é uma coisa sempre harmoniosa no seu Tchukela. Em alguns momentos, é auspicioso e noutros destrutivo. Estou a pensar nas músicas “Vou te amar” e “Nkata”. Na primeira, há uma entidade que quer pertencer, na segunda há outra que quer partir. O que potencia os contrastes à volta do amor nas suas músicas?

Tem uma frase que diz o seguinte: se um dia eu desistir de si, não será por falta de amor, mas por falta de condições de continuar a sofrer. Às vezes, quando as pessoas desistem umas das outras nem é por falta de amor. Eu canto acontecimentos verídicos e a violência doméstica é uma das coisas que me interessam muito por ser algo constante no país. Com isso espero que haja uma mudança de comportamentos na sociedade.

Em “Nkata”, a voz feminina que nos canta resisti até às últimas consequências, antes pôr um basta à relação amorosa, sem denunciar a violência que sofre. Mesmo quando decide partir, não denuncia. Quis assim representar a atitude das mulheres agredidas?

Denunciar o parceiro em casos de violência doméstica é a atitude certa. No entanto, mesmo por causa da música “Nkata”, eu passei a acompanhar muitos casos de violência doméstica, pois passei a receber chamadas de pessoas que se sentem à vontade para desabafar comigo. Aí, notei que, quando a situação é denunciada, parece que as coisas ficam mais agravadas. Por exemplo, o parceiro, quando volta da esquadra, não volta com percepção de que cometeu um erro ou um crime, ele volta revoltado porque a esposa colocou-lhe na cadeia.

 

Está a querer dizer que a solução para este problema está além de denunciar?

Eu acho que isso e as reuniões de família para resolver o problema do casal é tapar o sol com a peneira. Enquanto a pessoa que agride não tiver consciência do erro que está a cometer, não há reunião familiar possível de resolver o problema. O agressor tem de ter consciência e acho que a separação física entre quem agride e é agredido é necessária, para que ambos possam pensar na relação, pois logo que há violência entre casais, há um problema que deve ser resolvido.

 

À imagem de “Nkata”, uma das suas músicas mais afamadas é “Donguissa”, que se insere nesta linhagem moral. Qual é a história por detrás desta música?

Donguissa é a história de uma mulher que foge com um homem, deixando para trás o seu parceiro e os seus filhos. Passado algum tempo, a personagem descobre que era feliz com o marido pobre, que tinha amor para lhe dar. Eu nem sei como esta música iniciou. Do nada comecei a cantar e surgiram-me as palavras. Quando estava já a terminar a música, avaliei-a para ver se se enquadrava na nossa sociedade, e enquadra-se.

 

Assume que a sua música pode, sendo um objecto estético, contribuir para a mudança de comportamentos…

Certamente, porque a música, logo a prior, é um instrumento pedagógico, terapêutico e cura. A música está presente em várias situações das nossas vidas. Quantas vezes não ouvimos alguém dizer que a minha vida mudou desde o dia que ouvi a música do fulano? A música, e a minha em particular, tem tido esse poder. Eu recebo várias chamadas de mulheres que dizem que os maridos deixaram de lhes agredir quando ouviram a música “Nkata”. Há ainda situações que o casal se torna apreciador das minhas músicas e isso alegra-me bastante.

 

“Lirandzu la phoisene”, com Deltino Guerreiro, é uma espécie de presente envenenado…

É uma espécie de presente envenenado, porque, às vezes, a cura é o próprio veneno. Eu não poderia ter encontrado uma pessoa melhor para cantar comigo essa música.

 

As suas músicas têm um tom melancólico constante. Porquê?

Eu considero-me romântica e um romântico é sempre um sofredor. Sou muito sentimentalista e, por isso, mesmo que cante coisas sobre outras pessoas, eu sinto o que canto. Só assim as pessoas podem se sentir tocadas.

 

Só canta o que acredita?

Sim. Não me vejo a cantar algo que não acredite. Existem leis gerais, mas nós também criamos as nossas, do que acreditamos ser correcto. Por exemplo, não me vejo a cantar uma música em que eu digo que tenho dinheiro ou algo assim. Eu tenho uma missão: fazer com que as pessoas mudem de atitude e possam amar-se.

 

“Vinte vinte” é o título da sua nova música. Como é esta coisa de levar à composição um retrato social que mexe com as expectativas das pessoas, os dramas das vendedeiras, a vaidade das mulheres e até o terror em Cabo Delgado?

Há coisas que nós não conseguimos explicar, mas a ideia era retratar isso tudo. É muita gente lesada com o que está a acontecer e eu gostaria que as pessoas se sentissem identificadas com o que canto. Essa música está à venda. Quem a compra, fica também com a instrumental e com a letra. A ideia foi criar um ambiente familiar, para que as pessoas pudessem brincar de karaoke em casa.

 

Quais são as suas lutas? Coloco esta pergunta mesmo pensando na música “A luta continua”, do Tchukela.

Nos meus espectáculos tenho o hábito de dedicar essa música a todos, mesmo acreditando que cada um tem suas lutas. As minhas lutas são várias: conseguir vencer na vida. Sou formada em Psiquiatria e Saúde Mental e gostaria de me afirmar nessa profissão que aprecio muito. Gostaria de contribuir para proporcionar o bem-estar para as outras pessoas e usar a música para isso. Outra luta é poder passar valores morais aos meus filhos, para que cresçam equilibrados, afinal tudo começa de casa.

 

Sugestões artísticas para os leitores do jornal O País?

Sugiro o álbum Eparaka, de Deltino Guerreiro, e o livro Se Obama fosse africano, de Mia Couto.

Perfil

Teresa da Graça Rangel Semende, Tchakaze, nasceu em Maputo há 30 anos. É compositora, cantora, instrumentalista. Subiu ao palco pela primeira vez aos 17 anos de idade, como corista do músico Penny Penny, na companhia das irmãs Belita e Domingas, juntamente com a banda Omba Mô. Com as músicas “Nkata” e “Donguissa” recebeu três prémios: Revelação no Ngoma, Melhor Voz no Ngoma e Melhor Canção pela 99FM. Tchakaze é também activista social para saúde e bem-estar emocional. Ano passado, esteve em Macau com a Banda Timbila Muzimba. É autora do álbum Tchukela e o seu talento revelou-se no Programa Super Tardes da STV.

 

Valdemiro José é chanceler da plataforma digital da indústria cultural na Zambézia



O músico Valdemiro José passa desde hoje a assumir a posição de chanceler do Mussika, nome que em echuabo significa mercados. Trata-se de uma plataforma digital criada na província da Zambézia pelo centro de estudos para o desenvolvimento da Zambézia. A mesma vai vender e divulgar produtos e marcas. Assim, Valdemiro passa a representar Mussika ao nível nacional e internacional na divulgação da marca enquanto mercado da indústria cultural na província.

“Com o Mussika, os fazedores  da cultura no país passam a ter uma plataforma na qual podem integrar as suas obras, e cada um através de um smartphone ou computador comprar obras dos artistas. No final uma percentagem vai para o Mussika e outra para o músico ou fazedor da cultura”, disse Paulo Bonde, Director do centro de estudos para o desenvolvimento da Zambézia.

Referiu ainda que  na plataforma Mussika está disponível uma categoria designada arte e cultura. Nela os artistas nacionais e internacionais terão uma galeria digital onde “cada um de nós dentro ou fora do país poderá aceder as obras quer de artistas plásticos, músicas, livros e por vias disso pagar e ter acesso na sua casa através de um sistema de entrega já criado”.

Já Valdemiro José, músico e chanceler da plataforma, referiu que assumiu a proposta na visão de que “juntos podemos sair do convencional para o digital, para a tecnologia, para o mundo. Eu vejo Mussika como um mercado que surge na Zambézia para o mundo.

Já o Governador da Zambézia, Pio Matos, destacou o papel que a plataforma pode desempenhar na vida dos músicos e outros artistas da província. “Nós queremos, através da imagem do Valdemiro José, promover, alavancar, queremos que ele sirva daquele ponto onde se nós colocarmos uma alavanca vamos levantar a província da Zambézia, “disse. Artistas presentes nas cerimónias dizem que Mussika pode ser um mercado de vendas de obras a ter em conta na vida do artista. 

Sabe-se que o Governo, através do Ministério da Cultura e Turismo, disponibilizou dois milhões de meticais para apoiar a abertura daquela plataforma com intuito de promover e colocar na plataforma locais turísticos da província, mas fundamentalmente apoiar os fazedores das artes através da disponibilização de conteúdos no mercado digital, onde os artistas podem tirar vantagens comparativas.

 

Disputa milionária está entre Netflix e YouTube"brigam" por exibição de documentário da turnê de Ariana Grande

De acordo com o The Sun, Gigantes do streaming disputam milionáriamente, está entre Netflix e YouTube"brigam" por exibição de documentário da turnê de Ariana Grande





A "Sweetener World Tour", de Ariana Grande, pode chegar em breve às telinhas da sua TV. De acordo o The Sun, a Netflix e o YouTube estão em uma disputa milionária pelos direitos de exibição do documentário sobre a série de shows da cantora, que aconteceu de março a dezembro de 2019.

As fontes do tabloide informaram que Ariana foi seguida por câmeras durante todas as performances da tour, além de incluir bastidores e momentos durante a viagem, mostrando um pouco da rotina em meio à excursão dos shows. "Será uma descrição brutalmente honesta e crua de como a vida pode ser difícil na estrada, mas também incluirá os momentos mais felizes e emocionantes", disse o informante.

O periódico também acrescenta que a Netflix lidera as negociações pelos direitos de exibição do filme, com uma oferta inicial de 4 milhões de libras (cerca de 27 milhões de reais na cotação atual). "O acordo está sendo negociado pelos conselheiros mais próximos de Ariana, guiados por Scooter Braun [empresário da artista]".

A expectativa é de que o documentário mostre a cantora desde o lançamento do álbum "thank u, next", que saiu em fevereiro de 2019. A "Sweetener World Tour", que começou no mês seguinte, contou com 97 shows e reuniu cerca 1.3 milhão de pessoas.

Ainda não há previsão de lançamento para o documentário.

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