quarta-feira, 29 de julho de 2020

Katy Perry revela por que recusou participar do hit "Titanium", de David Guetta.


Cantora contou que a música, lançada em 2011 com a participação de Sia, também foi oferecida a ela pelo DJ



Katy Perry participou de uma uma conferência do festival Tomorrowland, nesta terça-feira (23), e fez uma revelação que pode ter pegado alguns fãs de surpresa. A cantora contou que recusou participar do mega hit "Titanium (feat. Sia)", lançado em 2011 por David Guetta. E que teve um bom motivo para isso!

Durante o papo, Katy lembrou que o DJ lhe ofereceu uma participação na música, mas que ficou muito impressionada ao ouvir a demo, que já havia sido gravada por Sia, e que pediu que a artista fosse a única a gravar a faixa.

"Você se lembra que, há quase 10 anos, você me enviou a 'Titanium'?", perguntou ela ao DJ. "Meu Deus! Você recusou a faixa?", disse Guetta.

"Então, você me enviou a música, né? E era quando você já tinha a Sia, obviamente do grupo Zero 7, que já fazia um baita sucesso, ela tinha gravado a demo", continuou Katy.

"E você me enviou e eu me lembro especificamente de escutá-la no avião, e eu pensei, 'Meu Deus, essa música é demais. Quem é a pessoa que está na faixa? Ela deveria continuar na gravação. Isso é um hit. Não me coloque nessa gravação! Mantenha a Sia nela. Porque eu já era muito fã do Zero 7, então eu te escrevi um e-mail e disse, 'Você está louco. Eu não preciso estar nessa faixa. Mantenha a Sia na gravação'. E aí surgiu 'Titanium'", acrescentou.

"Titanium (feat. Sia)" se tornou o maior hit com a voz da cantora australiana na época. A música chegou ao quinto lugar da parada norte-americana, na Billboard Hot 100.

Veja Katy Perry falando sobre o assunto na conferência:

Taylor Swift lança o novo álbum, "Folklore".




Escute com todas as letras!

Músicas foram escritas pela cantora remotamente de sua casa com um grande time de colaboradores


Taylor Swift lançou nesta sexta-feira (24) o seu oitavo álbum de estúdio, "Folklore". A novidade chegou de surpresa, uma vez que a cantora anunciou o projeto apenas um dia antes de ele estar disponível para os fãs ao redor do mundo.

"Folklore" foi todo produzido remotamente, com Taylor compondo e produzindo de sua casa com um time de grandes colaboradores, que inclui Jack Antonoff, Aaron Dessner, William Bowery e Bon Iver. O disco é bastante pessoal de acordo com um texto publicado pela própria cantora, em suas redes sociais.

"Eu lançarei meu novo álbum inteiro de músicas que eu derramei todos os meus caprichos, sonhos, medos e reflexões", escreveu Taylor em um post do anúncio de "Folklore".

Escute "Folklore" com todas as letras abaixo, apenas click:

Taylor Swift é acusada de copiar logo de loja africana



Equipe da cantora já comunicou que fez as mudanças necessárias nos produtos relacionados ao disco


segue na divulgação do álbum "Folklore", lançado de surpresa na semana passada. No entanto, o merchandising do disco se envolveu em uma certa polêmica.

A dona de uma loja de roupas e acessórios de marcas africanas, chamada "The Folklore", acusou Taylor de copiar seu logo, justamente porque algumas peças dos produtos relacionados ao novo disco da cantora estavam sendo vendidas com a palavra "The" antes do título, e escritas com uma estética bem semelhante ao logo da loja.

Amira Rasool, que é proprietária do estabelecimento, usou suas redes sociais para expor o assunto, que chegou rapidamente na imprensa estrangeira. "Espere, Taylor Swift. Uma coisa é usar o nome 'Folklore', mas estamos roubando o logotipo de mulheres negras também?", escreveu ela.

"Nesta manhã, chegou a mim que a musicista Taylor Swift está vendendo o merchandising de seu álbum novo, 'folklore'. Atualmente, ela está vendendo mercadorias com as palavras 'The Folklore' estampadas nelas. Baseada nas semelhanças, acredito que o designer dela copiou o logotipo da minha empresa. Estou compartilhando minha história para chamar a atenção sobre grandes empresas e celebridades que copiam o trabalho de pequenos empresários pertencentes às minorias. Não vou deixar esse roubo descarado passar impune", acrescentou.



E a reclamação funcionou! Nesta terça-feira (28), Amira fez uma nova publicação afirmando que entrou em contato com a equipe de Taylor e que a mesma informou que a palavra "The" será retirada de todos os produtos. "A equipe de Taylor Swift deu um ótimo primeiro passo removendo o 'the' de todas as mercadorias. Estamos conversando com eles sobre os próximos passos necessários para corrigir esta situação".

"Parabenizo a equipe dela por reconhecer os danos causados à nossa marca. Reconheço que Taylor tem sido uma forte defensora das mulheres que protegem seus direitos criativos, por isso foi bom ver que sua equipe está na mesma sintonia", completou.

J.O - Não vou fingir


   Título : NÃO VOU FINGIR
  Gênero :KIZOMBA
    Duração : 04:00

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Livros da Trinta Zero Nove disponíveis para leitores do mundo inteiro

A editora moçambicana selou um acordo que vai permitir a distribuição de livros através das plataformas digitais do African Books Collective (ABC). Para Sandra Tamele, da Trinta Zero Nove, a parceria em causa permite fazer chegar os livros aos leitores de forma rápida e eficaz.

 

A 27 de Julho do ano passado, a poetisa (ou poeta) sul-africana, Danai Mupotsa, acompanhada pela sua editora, Vangile Gantsho, estiveram em Maputo para participar no Festival Poetas d’Alma. Naquela data, mal suponham que poderiam ser tão valiosas para a recém-fundada Trinta Zero Nove. Então, na capital do país, a autora de Feeling and ugly negociou com Sandra Tamele os direitos de tradução da sua obra de poesia para a língua portuguesa. Assim, a editora moçambicana ganhou um novo título: Feeling e feio. Mas não foi só isso.

Durante a conversa entre Danai Mupotsa, Vangile Gantsho e Sandra Tamele, as sul-africanas apresentaram, à distância, a Tradutora e Intérprete moçambicana a Justin Cox, que se encontrava na Nova Zelândia. Não tardou. O director do African Books Collective (ABC) manifestou o interesse em colaborar com a Trinta Zero Nove. Assim, ambas as instituições assinaram um contrato, que permite à editora nacional, desde segunda-feira, vender os seus títulos através do website do ABC, além de outras plataformas digitais, desde a Oceânia ao Brasil, passando pelo Reino Unido e Estados Unidos. Por isso, a satisfação tem mesmo de ser enorme: “Foi com imenso prazer que ouvimos de Justin Cox, o Director do colectivo, que somos a primeira editora dos PALOP a aderir ao colectivo e os nossos audiolivros são os primeiros na plataforma”.

O contrato com ABC torna possível à Trinta Zero Nove disponibilizar livros electrónicos e impressos aos leitores de forma rápida e eficaz. “Estamos a conseguir levar as nossas traduções para todo mundo que fala português, fugindo das fronteiras moçambicanas e dos PALOP. O nosso lema, ‘damos voz às estórias’, ganha força com a parceria com ABC”, afirmou Sandra Tamele, lembrando que a sua editora publica traduções de fora e de dentro do país. Por exemplo, em breve, um título de Hélder Faife, traduzido do português para o inglês, será disponibilizado aos leitores através do African Books Collective.

A Trinta Zero Nove existe há dois anos. De lá a esta parte, já traduziu para português cinco autores cujos livros não estavam disponíveis numa outra língua que não fosse inglês ou francês. “Pela primeira vez, Moçambique está a mostrar que uma pequena editora, como a nossa, pode trazer livros traduzidos de outras partes do mundo para os leitores nacionais a um preço reduzido, inferior a 400 meticais, o que é melhor do que importar de Portugal ou do Brasil”.

No que diz respeito à linha editorial, interessa à Trinta Zero Nove traduzir autores cujos livros abordam questões sobre as minorias, que levantam questões relevantes.  

O African Books Collective (ABC) é uma instituição sem fins lucrativos, fundado por editores africanos para distribuição de literaturas africanas pelo mundo. A instituição trabalha em POD (print-on-demand) e entrega imediatamente os livros do seu catálogo em formato impresso para qualquer país.


Concurso de tradução literária

Desde a semana passada, estão disponíveis inscrições para a sexta edição do Concurso de Tradução Literária, agora com o selo Menção Honrosa da Feira do Livro de Londres. Este ano, a novidade é que os contos a traduzir, para as línguas portuguesa e/ou bantu (cisenaxichangana e emakhuwa) faladas no país, são de autoras africanas dos vizinhos de Moçambique. As obras elegíveis para traduzir nesta sexta edição são: Involution, de Stacy Hardy (África do Sul); Le détonateur, de Mampianina Randria (Madagáscar); Maintenance check, de Alinafe Malonje (Malawi); My mother’s project, de Lydia Kasese (Tanzânia); Door of no return, de Natasha Omokhodion (Zâmbia) e The tale of two sisters, de Tariro Ndoro (Zimbabwe). “Vamos traduzir as nossas vizinhas para as nossas línguas”, gracejou Sandra Tamele.

No concurso podem inscrever-se qualquer pessoa que não tenha nenhuma tradução publicada, sem critérios em termos de idade ou escolaridade. A candidatura é gratuita e pode ser submetida até 22 do próximo mês, através do correio electrónico (concursoitd@smtraducoes-moz.com). Já o prazo para submissão das propostas de tradução é 31 de Agosto. Um mês depois, concretamente no dia da Tradução, 30 de Setembro, os vencedores serão anunciados. Nessa altura, deverá ser publicada a segunda colectânea com os textos traduzidos pelos vencedores da edição 2019, intitulada Redentor do mundo.

De igual modo, os vencedores da sexta edição do concurso de tradução serão publicados em livro e audiolivro pela Trinta Zero Nove  na 3ª colectânea do concurso a 30 de Setembro do próximo ano.


PARA UMA SAÚDE EFICAZ


terça-feira, 28 de julho de 2020

o sucesso de um “Culpado” de Lugela



Do distrito de Lugela para o país inteiro, o músico Irmão Mbalua tem mais de 30 músicas gravadas e com três álbuns. Hoje, através da sua música intitulada “Culpado”, é sucesso nacional.

O famoso Músico Mbalua, detentor do hit culpado que está a fazer muito sucesso nas redes sociais, ao nível nacional e na diáspora poderá ganhar a regravação e um novo vídeo-clip com qualidade necessária da música intitulada “Culpado”. A garantia neste sentido é do Director Provincial da Cultura e Turismo da província da Zambézia, Ali Aboobacar.

O dirigente explicou que Mbalua é orgulho nacional, por isso que "a música intitulada ‘Culpado’, deve ter a qualidade necessária para que chegue em muito mais lugares do país e do mundo".

Natural e residente no distrito de Lugela, o músico Mbalua é sinônimo de luta e perseverança. Casado e pai de três filhos, professor, disse ao nosso jornal que a música foi gravada em 2006. Mas viria a regravar a mesma em 2016. Catorze anos depois a música tornou sucesso. "Pessoalmente não contava com tudo que está a acontecer, mas Deus é bom, e por causa disso hoje a minha música é conhecida. Estou muito feliz", disse o músico visivelmente emocionado.

Mbalua contou que o seu género musical é gospel, mas devido à situação de mau trato da mulher nas comunidades de Lugela, decidiu abraçar o género pouco mais comercial, para fazer valer e ouvir a sua voz. "Retratei a mulher porque nas comunidades do meu distrito, a mulher que devia ser muito bem valorizada, algumas vezes é desprezada. Por isso faço esta intervenção social, justamente para investirmos nas nossas mulheres, porque elas merecem".

Eu sou humilde e gostaria que a minha carreira fosse igual a dos outros músicos que fazem bastante sucesso ao nível nacional e internacional.

Este Domingo, Mbalua esteve ao vivo em Quelimane, onde através das redes sociais cantou e encantou.

 


segunda-feira, 27 de julho de 2020

LITERATURA

Na literatura de hoje para os amantes de livros vou propor a lerem o livro de MIA COUTO escritor e poeta moçambicano pseudónimo de António Emílio Leite Couto.

O livro tem como o titulo ANTES DE NASCER O MUNDO, A presente obra é disponibilizada pela equipe Le Livros e seus diversos parceiros, com o objetivo de oferecer conteúdo para uso parcial em pesquisas e estudos acadêmicos, bem como o simples teste da qualidade da obra, com o fim exclusivo de compra futura. É expressamente proibida e totalmente repudíavel a venda, aluguel, ou quaisquer uso
comercial do presente conteúdo.

"Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e não mais lutando por
dinheiro e poder, então nossa sociedade poderá enfim evoluir a um novo nível."




BAIXE O LIVRO AQUI


"Não chegamos realmente a viver durante a maior parte da nossa vida. Desperdiçamo-nos numa espraiada letargia a que, para nosso próprio engano e consolo, chamamos existência. No resto, vamos vagalumeando, acesos apenas por breves intermitências." Mia Couto - Antes de Nascer o Mundo.


Mia Couto é um daqueles escritores que não se restringe a escrever em uma língua, mas elabora seu idioma literário próprio e inconfundível, absolutamente único, originalíssimo. É um daqueles escritores cuja prosa, extremamente poética, faz o leitor deliciar-se com cada uma das cenas concebidas por suas palavras, escrevendo e descrevendo as próprias raízes do mundo, a própria natureza humana. É um daqueles escritores que o leitor nunca vai conseguir ler apenas um de seus livros, e sempre vai querer mais.


Mia Couto, senhor absoluto do poder mágico e poético das palavras, consegue abordar neste cenário fantástico e simples questões dolorosas através dos olhos inocentes de um menino. Embora MC tenha atribuído a esse pequeno personagem uma dura e limitada realidade, consegue conferir a seu pequeno narrador o olhar imaculado que só têm aqueles que ainda estão desvendando porque as coisas acontecem e porque as pessoas são como são.

ANTES DE NASCER O MUNDO tem em si um retirar-se do mundo, um cessar do tempo e toda a mística de um universo particular criado pelo autor, planando entre a prosa e o verso, com uma sensibilidade tão grande que terminamos a leitura como Mwanito: tentando evocar memórias que nunca tivemos.

Ler Mia Couto é isso: presenciar a capacidade de escrever com suavidade sobre coisas difíceis e a astúcia magnífica e inigualável para saber falar de um mundo inexplorado a pessoas de todo lugar.

Quem ainda não leu alguma obra desse ícone da literatura contemporânea, não sabe o que está perdendo!

Juice WRLD segue no topo da parada americana

Juice WRLD segue no topo da parada americana de álbuns com "Legends Never Mind"

 

"Legends Never Die", o primeiro álbum póstumo de Juice WRLD, se manteve no topo da parada americana pela segunda semana consecutiva. Foram vendidas o equivalente a 162 mil cópias do trabalho. "Shoot For The Stars..." de Pop Smoke, mais um disco lançado depois da morte do artista, se manteve na segunda posição.

O ranking teve apenas uma estreia no top 10. "Gaslighter", o primeiro álbum das 
The Chicks, anteriormente conhecidas como Dixie Chicks, em 14 anos, ficou no terceiro posto. A se notar também o retorno de "Chilombo" de Jhené Aikó ao sexto lugar, subindo 40 posições, depois que ele ganhou uma edição de luxo com faixas extras.






O top 10 ficou assim:


1 - "
Legends Never Die" - Juice WRLD (mesma posição)
2 - "
Shoot For The Stars..." - Pop Smoke (mesma posição)
3 - "
Gaslighter" - The Chicks (estreia)
4 - 
Trilha sonora do musical "Hamilton" (caiu uma posição)
5 - "
My Turn" - Lil Baby (caiu uma posição)
6 - "
Chilombo" - Jhené Aiko (subiu 37 posições)
7 - "
Hollywood's Bleeding" - Post Malone (caiu duas posições)
8 - "
Blame It On Baby" - DaBaby (caiu duas posições)
9 - "Fine Line" - Harry Styles (caiu duas posições)
10 - "After Hours" - The Weeknd (caiu uma posição)

Elton John transmite show de sua primeira turnê pelo Brasil.

Elton John transmite show de sua primeira turnê pelo Brasil.


Em 1995, Elton John finalmente veio ao Brasil para mostrar os seus hits para um público que provavelmente já ouvia suas músicas há mais de duas décadas, Foram dois shows, um em São Paulo em 24 de novembro na PIsta de Atletismo do Ibirapuera e outro no Rio de Janeiro no dia seguinte no Estádio do Flamengo que faziam parte da etapa latino-americana da "Made In England Tour" - ele ainda passou por Argentina, Chile, Colômbia, Uruguai e Costa Rica.




A grande diferença desses shows em relação aos vários outros que ele fez aqui - o cantor só retornou em 2009, mas depois passou a vir com razoável frequência ao país, a mais recente delas em 2017 - é a presença de um bom número de canções relativamente recentes, mostradas ao lado dos seus grandes clássicos setentistas. Foram nove músicas feitas entre 1988-1995, muitas pouco, ou nunca, ouvidas nos shows posteriores do pianista, como "
Sacrifice", "The One" e "Can You Feel The Love Tonight?".

O cantor disponibilizou, de forma editada, em sua página oficial do YouTube. o concerto carioca. De caráter beneficente, a transmissão buscou arrecadar fundos para a "Elton John Foundation", que trabalha especialmente na prevenção ao vírus HIV e em dar tratamento a portadores da AIDS.


Kanye West recebe tratamento médico

Kanye West recebe tratamento médico após crise de ansiedade, diz site

A coisa não está nada fácil para Kanye West. De acordo com o TMZ, o rapper precisou procurar um hospital no último sábado (25), após sofrer uma crise de ansiedade em seu rancho, na cidade de Cody, em Wyoming, nos EUA.

Ainda segundo o periódico, West teria deixado o hospital após 10 minutos por ter se sentido desconfortável com a quantidade de pessoas no local. Logo depois, uma ambulância foi vista chegando no rancho do rapper para que ele recebesse tratamento em sua propriedade.

O TMZ acrescenta que o músico continuou em seu rancho depois que a ambulância foi embora.

Um pouco antes no sábado, West publicou um post pedindo desculpas a sua esposa, Kim Kardashian, após ter feito uma série de acusações contra a socialite no Twitter, nas quais chegou a afirmar que pretendia se divorciar dela há dois anos e que ela e a mãe, Kris Jenner, estariam tentando interná-lo à força em uma clínica psiquiátrica.

"Gostaria de me desculpar com a minha esposa, Kim, por ter exposto ao público um assunto que era particular. Eu não a protegi como ela me protegeu. Kim dizer que eu sei que te machuquei. Por favor, me perdoe. Obrigado por sempre estar aqui por mim', escreveu o rapper.

 



Kanye West (Foto: TMZ

No mesmo dia, rapper fez. um post se desculpando com a esposa, Kim Kardashian, após acusações no Twitter

I would like to apologize to my wife Kim for going public with something that was a private matter.
I did not cover her like she has covered https://t.co/A2FwdMu0YU Kim I want to say I know I hurt you. Please forgive me. Thank you for always being there for me.

— ye (@kanyewest) July 25, 2020

·         RAP

·         KANYE WEST

 

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