A capulana é um pedaço de tecido colorido e tem suas origens em alguns séculos atrás no continente asiático e chega à África por intermédio das trocas comerciais que pouco a pouco aportam à costa do Índico, concretamente em Moçambique.
Os anais da história indicam que a capulana chegou em África pela primeira vez nos Séculos IX a X, no âmbito das trocas comerciais entres árabes persas e povos que viviam ao longo do litoral. Quénia, Mombaça e Ilha de Moçambique aparecem nos registos historiográficos como primeiros locais que tiveram contactos longínquos na história do uso deste tecido no continente.
De princípio, a capulana surge como moeda de troca entre os povos e apenas os monarcas a usavam, como símbolo de representação de poder.
Hoje, com as tendências
da moda, a capulana passa a servir também para mostrar o corpo das mulheres em vários
estilos (fashion), , inclusive roupa de praia.
Foi recebido com um pouco de receio, mas tende a ganhar cada vez mais espaço. Dela se servem os homens para fazer túnicas, calções, calças largas e mais recentemente até fatos se arriscam. A camada infantil também não fica de fora e usufrui deste tecido com modelitos exclusivos para a faixa etária. Procurando elevar ao extremo a sua africanidade, alguns casais começam inclusive a casar-se com vestidos feitos de capulana, prática que tende a ganhar espaço.






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